Artigos no DN (Terças-feiras do Contra)
DN, desde janeiro 2017

 

 

Entrevista com Sónia M. Lourenço

Exame, setembro 2017

Entrevista com Filipe Alves (I)

Entrevista com Filipe Alves (II)

JE, 24 de setembro de 2017

Entrevista com Helena Garrido

Eco, junho 2017

Regular e Supervisionar a Banca, Uma Nota Preocupante
Eco, maio 2017
O Governo está a preparar uma reforma na supervisão, que pode tirar a política macroprudencial do Banco de Portugal. O economista Nuno Garoupa discorre sobre o tema e elenca os vícios do atual modelo.

Debate sobre a Justiça
RR, maio 2017
Com Mariana F. Gouveia.

Entrevista com Francisco Castelo Branco
Olhar Direito, 3 de março de 2017

Artigos no DN (outros)
DN

Entrevista com Sebastião Bugalho
Jornal i, 23 de janeiro de 2017

O Estado-Regulador Portuguese style
Eco, dezembro 2016
Portugal assumiu o modelo das agências reguladoras, mas num país que cultiva a fidelização pessoal ou partidária dos cargos públicos, este regime não faz qualquer sentido.

Mais sobre a crise espanhola
BIRD Magazine, novembro 2016
A lição para Portugal parece-me óbvia. Sem mudanças importantes, sem uma reforma profunda do sistema político, sem um combate efetivo à corrupção, a prazo, teremos um movimento populista forte. Seremos periféricos, teremos a gerigonça que permitiu alargar o arco da governação ao BE e ao PCP, mas não podemos pensar que estamos isolados da onda populista que desafia a democracia representativa nos nossos tempos.

A arrogância das elites progressistas deu no President Trump
Público, novembro 2016
Na passada terça-feira de manhã, ao ler as últimas estatísticas disponíveis, sabíamos que Trump tinha cerca de 35% de probabilidade de ganhar. Não era o acontecimento mais provável. Mas era um acontecimento algo possível. A onda de choque que o mundo viveu umas horas depois é diretamente proporcional à arrogância das elites progressistas.

Felizmente António Guterres é humano
BIRD Magazine, outubro 2016
Foi um espetáculo muito triste. 42 depois do 25 de Abril. António Guterres não merecia.

Pensar a República
DN, outubro 2016
A classe política certamente fugirá de pensar a República. Mas a responsabilidade é de todos nós, os eleitores.

Artigos no Observador (Colunista Convidado)
Observador, desde junho 2015

A crise espanhola e Portugal
BIRD Magazine, setembro 2016
Convinha encontrar soluções para a economia. Era importante ser um pouco mais efetivo no combate à corrupção e ao enriquecimento ilícito. Pelo menos evitava a “espanholização” da nossa crise.

Artigos sobre Presidenciais EUA 2016 (Colunista Convidado)
Sábado, junho a novembro 2016

Entrevista com Isabel Tavares
Sapo 24, maio de 2016
Antes de deixar Portugal, Nuno Garoupa fala do trauma do PSD e diz que só uma pessoa poderá substituir Passos Coelho e ganhar as eleições – e não é Maria Luís Albuquerque. Professor catedrático – a sua área de investigação é Direito e Economia e Direito Comparado -, aponta o dedo ao Ministério Público. Fala da necessidade de reformar os reguladores e critica uma sociedade pouco exigente. Trump também entrou na conversa: «não acredito que as consequências da sua eleição sejam tão terríveis como as pessoas pensam».

Entrevista com Nuno Dias da Silva
Ensino Magazine, abril 2016
Não temos potencial de crescimento.

A democracia do futuro
Visão, junho 2016
Que democracia é possível no século XXI? Como pode e deve a democracia ajustar-se ao mundo globalizado e mediático? Será que a democracia precisa de ser reinventada?

Entrevista com Dina Soares
RR, março 2016
O presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos, Nuno Garoupa, faz, em entrevista à Renascença, o balanço de dez anos de Presidência Cavaco e antevê como vai ser a de Marcelo.

O fracasso das instituições portuguesas como um problema de muito longo prazo
Observador, março 2016
Portugal vive entre quatro sentimentos: euforia, nostalgia, vencidos da vida e sebastianismo. O primeiro passo para resolver isto, diz Nuno Garoupa, seria reconhecer que temos um problema sério.

O modelo e o orçamento
Observador, fevereiro 2016
O PS acredita que mais disponibilidade de rendimento leva a mais consumo interno, o que por sua vez induz crescimento económico. Eu não acredito.

Entrevista com João Afonso Ribeiro
Villas & Golfe, janeiro 2016
A sociedade portuguesa esgotou-se, não tem metas.

Presidente Marcelo
DN, janeiro 2016
A grande questão política é, pois, óbvia: irá Marcelo optar pelo modelo minimalista de Cavaco e autoinibir-se de intervir no futuro da direita ou, alternativamente, irá Marcelo seguir o modelo Soares (que primeiro esmagou Constâncio e só depois enfrentou Cavaco) e promover (mais ou menos discretamente) uma alternativa dentro do PSD mais próxima da sua visão estratégica? É cedo para saber. Mas também não tardará muito.

Um intervalo ou o regresso dos consensos?
Observador, janeiro 2016
Amanhã a questão é simples – voltamos à crispação gerigonça/PàF ou evoluímos para os consensos ao centro defendidos pelo Presidente Marcelo Rebelo de Sousa?

Desafios possíveis
DN, dezembro 2015
Comecemos pelo princípio – onde estamos? A reforma estrutural da justiça está por fazer. Nos últimos quatro anos multiplicaram-se os ajustamentos legislativos que, sendo genericamente positivos, obedeceram apenas a estímulos conjunturais.

Entrevista com Luísa Meireles
Expresso, outubro 2015
Diz que com estas eleições mergulhámos no pântano.

5 takeways from Portugal’s election
Politico, outubro 2015
Sunday’s election does not provide a clear roadmap for the country’s political future.

Entrevista ao Neg & Economia
NE, fevereiro 2015
O problema estrutural europeu não é o euro mas antes a competitividade com a economia chinesa.

Entrevista com Rosário Lira e Bruno Faria Lopes
Antena 1 & DE, fevereiro de 2015
Nuno Garoupa rejeita ideia de sucesso do programa de ajustamento.

Entrevista com Anabela Mota Ribeiro
Jornal de Negócios, 2014
É um estrangeirado que olha para o país com espanto e amor (de outro modo, porque regressaria?). No livro “O Governo da Justiça”, editado pela fundação, arrasa o modelo que temos, escreve que o Estado de Direito é deficiente. E não, não pensa que a reforma da justiça esteja feita, apesar das medidas avulsas. O problema é estrutural. Nota-se bem que Nuno Garoupa é um estrangeirado quando diz coisas contundentes. Tem 43 anos. Resta saber se o país – essa máquina que funciona romba e desafinada – o engole.

Entrevista com Mário Crespo
SIC-N, agosto de 2012
Crise financeira e económica em Portugal e na zona euro em análise.

Artigos no Jornal de Negócios (Colunista)
Jornal de Negócios, 2010-2013